Este é um trabalho em 3D, diferentemente da maioria dos outros que são fotografias ou desenhos.
Embora tenha feito algumas instalações, sites specifcs, tenho uma tendência para os bidimensionais.
Talvez, por influencia do curso " Pesquisa 2013" na EAV, ministrado por Glória Ferreira e Luiz Ernesto de Moraes, cujo tema foi : " Questões do espaço na Arte", me aventurei a me soltar da parede e criei esses novos objetos.
Ainda estou desenvolvendo esses novos objetinhos, como eu os tenho chamado, porque são em escala pequena (10cm) em sua maior parte.
O material utilizado é tecido de algodão, cera de abelha industrializada e cabelo humano.
Arista Plática. Formação: Parque Lage. Professores: João Magalhães e Nelson Leirner. Exposições: "Mão Dupla", MAC de Rosário - Argentina; "Projéteis Contemporâneos" - FUNARTE - Rio de Janeiro; 8.Salão Nacional Victor Meireles (SC); 8.Salão da Bahia; "Projeto Castelinho", Castelinho do Flamengo; "ZOOM", MAC de Campinas; Salão de Goiás; "O Ovo", curadoria Nelson Leirner, Parque Laje. Premiada no LVI Salão Paranaense - Curitiba PR
sexta-feira, 28 de março de 2014
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
O homem que escorreu
Esse é um trabalho de desenho em que continuo a usar carimbos, mas com algumas modificações.
Faço uma referência ao título de um filme antigo em p/b : "o Homem que encolheu"
Só que nesta série, diferentemente, o homem "escorreu", se alongou. `
É também uma alusão aos "escorridos", um recurso muito usado na pintura contemporânea por vários artistas.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
sábado, 9 de julho de 2011
NÃO IMPEDE O USO





Essa instalação foi feita para a ocupação artística do apartamento 402 do número 116 na praia do Flamengo -RJ.Esse acontecimento se deu nos dias 10, 11 e 12 de junho de 2011.
Um grupo de artistas foi chamado para fazer intervenções artísticas no apto. durante 3 dias antes que as obras de reforma fossem concluídas. Pois bem, esse local foi palco de performances várias, fotografias e vídeos , objetos, desenhos e todo tipo de manifestação artística culminando sempre com uma grande festa dançante.
O número de pessoas que compareceu superou as expectativa dos organizadores, confirmando que o Rio de Janeiro está sempre aberto a movimentos espontâneos como esse.
Os donos do apartamento, amantes da arte, deram total liberdade para que os artistas criassem.
O meu trabalho consistiu em fazer do banheiro um objeto de arte sem que seu uso fosse impedido, já que era o único banheiro da casa pronto.
Inicialmente, pensei em fazer da banheira e do nicho para shampoos um objeto erótico, enchendo-os de pelos.À medida que o trabalho foi se desenvolvendo, acabei por usar todo o banheiro com foco maior nessas duas cavidades: banheira e nicho na parede acima dela.
Ao espalhar pelos por todo o cômodo, o trabalho adquiriu uma potência e outra leitura que não só a do objeto erótico pensada inicialmente.
A provocação e a inquietação causadas, realmente não impediu o uso, que no início foi tímido, mas aos poucos a interatividade foi acontecendo e os visitantes enfiavam a mão na banheira, acariciavam os cabelos, brincavam com os cachos e riam da situação.
Os donos do apartamento, que a essa altura, já devem estar morando lá, certamente não se esquecerão jamais desses acontecimentos.
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