sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

SEM TÍTULO

Esses trabalhos remetem ao desenho, mas são também objetos de parede.
Eu usei couro e fui dando forma ao trabalho a  partir do próprio retalho encontrado.










domingo, 18 de maio de 2014

RIO, CIDADE CABELUDA

Este trabalho fez parte da exposição de conclusão do "PESQUISA 2013, A QUESTÃO DO ESPAÇO NA ARTE", curso ministrado por Glória Ferreira e Luiz Ernesto de Moraes na EAV, Parque Lage,  Rio de Janeiro.
Utilizando de um material com que eu vinha trabalhando, construí uma grande tela coberta de cabelo humano. Essa tela se constituiu num Site Specific, ocupando uma das paredes da galeria 2, enquanto as demais permaneceram brancas.
O objetivo dessa ocupação foi trabalhar com o espaço geográfico e social. Ao coletar cabelo humano, durante meses, por várias regiões da cidade, desde o Leblon às comunidades de Rio das Pedras e Vila Kenedy para depois misturá-los e criar uma tela de texturas e cores variadas, procurei romper com a ideia de cidade partida.
Assim, lado a lado, através dos cabelos, estavam ali a madame e a funkeira, o playboy e o menino  da comunidade.
O título " Rio, cidade cabeluda" faz referência à quantidade de cabelo usada, 30 metros quadrados, e à expressão popular:"cabeluda" que remete à intensidade, para o bem e para o mal.





 




sexta-feira, 28 de março de 2014

OBJETOS

Este é um trabalho em 3D, diferentemente da maioria dos outros que são fotografias ou desenhos.
Embora tenha feito algumas instalações, sites  specifcs, tenho uma tendência para os bidimensionais.
Talvez, por influencia do curso " Pesquisa 2013" na EAV, ministrado por Glória Ferreira e Luiz Ernesto de Moraes, cujo tema foi : " Questões do espaço na Arte", me aventurei a me soltar da parede e criei esses novos objetos.
Ainda estou desenvolvendo esses novos objetinhos, como eu os tenho chamado, porque são em escala pequena (10cm) em sua maior parte.
O material utilizado é tecido de algodão, cera de abelha industrializada e cabelo humano.














 






segunda-feira, 12 de agosto de 2013



O homem que escorreu


Esse é um trabalho de desenho em que  continuo a usar carimbos, mas com algumas modificações.
Faço uma referência ao título de um filme antigo em p/b : "o Homem que encolheu"
Só que nesta série, diferentemente, o homem "escorreu", se alongou. `
É também uma alusão aos "escorridos", um recurso  muito usado na pintura contemporânea por vários artistas.


















No dia em que me perdi de minha mãe


Carimbos feitos  a partir de fotografias sobre papel canson